sábado, 21 de janeiro de 2017

MENSAGEM DE NATAL



           Em 24 de dezembro de 2017, preparei esse vídeo e o enviei a algumas pessoas queridas.  Hoje, deixo-o aqui para reflexão de que o maior presente natalino é a possibilidade de conhecer ao Senhor e Sua vontade, através da vida de Jesus Cristo, na terra. Enquanto meditava e orava, veio-me à memória a música COM MUITO LOUVOR, de Cassiane. Pelo fato de tratar da relação entre oração e adoração, aquela poesia musical me tocou, naquele momento. Ressaltando, de modo pleno, que a vida de oração é um exercício maravilhoso de comunhão com o Senhor e fé, em Seu poder e caráter. Lembrando-nos de que ser vitorioso na fé não significa alcançar tudo o que queremos, mas compreender e aceitar, integralmente, o que Deus tem feito, e quem Ele é.

          Então, FELIZ NATAL! 


quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

VOCÊ SE COMUNICA BEM?



                                                   WHITE CHAPEL 

        Esta é a história do casal italiano e o pastor inglês. Serve para ilustrar que a comunicação precisa ser muito bem verificada, a fim de confirmar se está acontecendo adequadamente. Eis o relato:

         Um casal italiano, viajando pela Inglaterra, encantou-se com uma bela casa de campo, de propriedade de um pastor inglês. Entraram em contato com o pastor e ficou combinado que alugariam a casa para passarem lá o verão seguinte com a família. De volta à Itália, o casal começou a contar entusiasmado para os filhos, o acordo feito com o pastor inglês e os detalhes da encantadora propriedade, quando a senhora italiana percebeu que não se lembrava da localização do banheiro da casa e que conforto oferecia, pois sua família era numerosa e precisava pelo menos de dois banheiros. Imediatamente escreveu uma carta ao pastor.

A carta tinha o seguinte conteúdo:

“Prezado Pastor:

 Ao voltarmos para casa, surgiu uma dúvida que gostaríamos que o pastor nos esclarecesse: onde fica o W.C. e que conforto oferece?”
O pastor ao receber a carta da senhora italiana, e supondo que W.C. fosse abreviatura de White Chapel (“capela branca”, o templo religioso mais próximo), respondeu da seguinte maneira:


“Prezada Senhora,

Deu-me imenso prazer receber sua carta e espero esclarecer a contento sua dúvida. O local de sua indagação fica a apenas 12 quilômetros da casa. Trata-se de um espaço amplo, que acomoda 200 pessoas sentadas e 100 em pé. Aconselho que a senhora chegue cedo com sua família para conseguir um lugar sentada. Algumas pessoas costumam levar lanche para passar algumas horas. Na entrada são distribuídas folhas de papel para as pessoas. Caso não haja folhas para todos, não há problema, pois uma pessoa pode usar a folha junto com o vizinho. Na saída, as folhas são devolvidas para que possam ser utilizadas durante todo o mês.

O ambiente está decorado com assentos de veludo vermelho, e amplas janelas, que permitem a visualização dos jardins ao redor. Há ainda amplificadores de som instalados em pontos estratégicos, que possibilitam a propagação do som para toda a vizinhança.
Se a senhora tem o hábito de ir lá com freqüência, recomendo a utilização de bicicletas, que estão guardadas na garagem da casa. Costumamos contratar fotógrafos dos jornais locais para registrarem a passagem e permanência das pessoas no cumprimento de uma função tão humana.

Esperando ter sanado suas dúvidas, aguardo-os no próximo verão, quando teremos oportunidade de encontros periódicos no local em referência e, quem sabe, poderemos combinar horários para que a senhora e sua família participem das minhas atividades dentro desse recinto.”
                                                                        (Autor desconhecido)

domingo, 15 de janeiro de 2017

QUE SAUDADE DAS LOMBADAS GRANDONAS!


            Há alguns anos, recebi uma notificação de infração de trânsito. Segundo constava na informação, eu estava em uma via olindense, trafegando em velocidade além do permitido. Mais especificamente, a 10% além do que seria indicado... Graças a Deus que eu não dirigia a mais de 100 por hora, em uma via de “50”.  Sendo assim, eu deveria estar a 55 Km/hora.
            Bem, o que importa é que teria de pagar uma quantia considerável por estar 5 km/hora acima do permitido. Quero que saibam que não estou justificando a minha falha real, pois como cidadão, concordo que temos de pagar os “impostos, que nos são impostos”. A multa foi paga, na época. No entanto, tenho algumas considerações a fazer, que talvez concordem com o que muitos de nossos compatriotas pensam, mesmo não tendo a oportunidade de levar a público.
            Sabe, eu dirijo há mais de 20 anos e antes daquela ocasião, nunca houvera recebido uma multa por excesso de velocidade! Naqueles dias, no entanto, fiquei decepcionado com a notícia. Aquilo até me causou certo constrangimento. Imaginem que eu tinha a fama de “tartaruga do trânsito”... E então, fui multado por excesso de velocidade!!!
O que me intriga é que eu, naquela referida quinta-feira, conforme me lembro, vinha descendo o viaduto com cuidado e calma. Era noite. Eu estava com a minha mãe no carro; saindo de um culto na igreja, ali próximo, para deixa-la em casa, indo no sentido Recife. Havia, na pista, avisos quanto a um novo limite de velocidade: 50 KM/H. Antes eram 60. Eu fiquei procurando o equipamento eletrônico que precisava respeitar, naquele trecho, mas não o encontrei. Olhei, olhei, olhei e não vi. Sabe, eu estava acostumado com as grandes lombadas que são visíveis a quase 200 metros de distância, pelo menos para mim que sofro com miopia desde a infância. Talvez tenha sido esta a causa de minha infração, naquela noite. Pois eu não vi a lombada de jeito nenhum! O que notei, depois de muito esforço, foi uma caixa metálica cinza, dotada do que pareciam ser câmeras... Mas nada muito claro que pudesse me dizer que elas é que substituiriam as positivamente indiscretas e hoje (pelo menos para mim), queridas e inconfundíveis “lombadas grandonas”...
Pergunto-me, então: “QUAL O MOTIVO DE HAVER LOMBADAS ELETRÔNICAS?”. Sim, elas são educativas: inibem o aumento perigoso de velocidade; ajudam a controlar o ímpeto dos motoristas mais ousados, alguns até inconsequentes, que praticam velocidades criminosas. Elas auxiliam na travessia de pedestres em locais extremamente movimentados, nos quais dantes, não se conseguia diminuir, por outros meios, os riscos de acidentes... Então, concordo que as lombadas são necessárias. Mas, por que diminuíram de tamanho? Por que ficaram quase invisíveis? Muitas delas são imperceptíveis; discretas demais; estão mal posicionadas e mal sinalizadas. Ah, aquelas grandes davam mais trabalho; sua manutenção era mais onerosa? Tudo bem, então. Vamos sinalizar as novas de modo mais “ESTRIDENTE”; para que sejam vistas à noite, pela manhã e em dias cinzentos de chuva. Vamos pintá-las de amarelo ou de rosa choque, ou verde limão. Vamos colocar iluminação adequada, próximo a elas. A fim de que sejam notadas, e não se camuflem fazendo com que seu único efeito seja o de surpreender os cidadãos; que na grande maioria das vezes, não são os motoristas perigosos que causam as mortes de muitos; os quais fizeram existir as nossas saudosas, eficientes e chamativas “LOMBADAS GRANDONAS”.

                                                                Túlio Vasconcelos.